Funil Energético de Enovelamento de Proteínas

Clique no funil para colocar estados intermediários, observe como mutações alteram barreiras energéticas e cinética de enovelamento

Funil Energético

Trajetória de Enovelamento

Barreiras Energéticas

Teoria do Funil Energético

O enovelamento de proteínas é guiado por uma paisagem de energia livre em forma de funil. O estado desenovelado ocupa um vasto espaço conformacional em alta energia livre, enquanto o estado nativo é uma conformação única de baixa energia. Mínimos locais representam estados intermediários metaestáveis ou armadilhas cinéticas.

Modelo Matemático

O perfil energético é modelado como G(Q) = ΔG·(1−Q)² + rugosidade·Σ sin(k·Q·π) − Σ intermediários. A dinâmica usa a equação de Langevin superamortecida.

Efeitos das Mutações

Mutações reformam a paisagem energética de formas previsíveis. Mutações estabilizantes aprofundam o poço nativo. Desestabilizantes elevam a energia do estado nativo. Armadilhas cinéticas desaceleram dramaticamente o enovelamento.

Como Usar

Comece com Tipo Selvagem para ver um funil suave. Clique na tela para colocar estados intermediários. Use as predefinições para ver os efeitos das mutações.