Visualização interativa de superposição quântica, evolução temporal e colapso da medição em vários potenciais
Um sistema quântico existe em superposição: Ψ = Σcₙψₙ. Os |cₙ|² são probabilidades de medição. O elétron está em AMBOS os estados simultaneamente.
Cada autoestado evolui com fase: ψₙ(x,t) = ψₙ(x)e^{-iEₙt/ℏ}. A densidade |Ψ|² oscila pela interferência de fases.
A probabilidade de encontrar a partícula em x é |Ψ(x,t)|²dx. A medição colapsa a função de onda em um autoestado.
Partícula confinada entre paredes impenetráveis. Energias Eₙ = n²π²ℏ²/(2mL²). Estado fundamental tem energia de ponto zero.
Paredes de altura finita V₀. Funções de onda penetram na região proibida por tunelamento. Número finito de estados ligados.
V(x) = ½mω²x². Níveis equidistantes Eₙ = (n+½)ℏω. Aplicações: vibrações moleculares, fônons.
Dois poços separados por barreira. Tunelamento quântico permite transição entre poços. Modela inversão do amoníaco e qubits supercondutores.
A medição quântica colapsa a superposição em um autoestado. Esta projeção irreversível é o aspecto mais controverso.
Copenhague: colapso físico. Muitos Mundos: ramificação. Decoerência: supressão pelo ambiente.
O gato está vivo, morto ou em superposição? A decoerência ambiental impede superposições macroscópicas.